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O Copa 3×4 segue, mas em outro canal.

28/03/2014

O Copa 3×4 não morreu. Só que, diferentemente de 2010, nós dois que fazemos o blog mudamos de vida. Formados, trabalho de mais, essas coisas dessa coisa chamada vida adulta. Mas não largamos as figurinhas.

E como sabemos que vocês também não, e MUITA gente ainda entra aqui, falaremos de figurinhas e do álbum da Copa em outro local: o Listagram, nosso outro projeto, vivo desde 2012.

http://listagram.com.br/

É só entrar lá que muita coisa sobe figurinha rola. Sempre atualizaremos aqui com as novas listas com o tema. É só ficar de olho. Abraços!

10 fatos importantes sobre o álbum da Copa do Mundo 2014 (direto da coletiva de lançamento).

10 melhores capas de álbuns da Copa do Mundo.
10 curiosidades (de fato curiosas) sobre álbuns da Copa do Mundo.
10 montagens bizarras em álbuns da Copa do Mundo.
10 maneiras de roubar jogando bafo.
10 jeitos ridículos de anunciar que completou o álbum da Copa.
10 personagens encontrados em eventos de trocas de figurinha.

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Enfim, o fim.

31/07/2010

Com o perdão da CACOFONIA no título. Dia 30 de março. Esse foi o dia em que eu e o Danilo começamos nossas coleções do álbum da Copa. Recebemos antecipadament pois cobrimos o lançamento, como vocês podem relembrar aqui. Pois bem, o Danilo completou ainda em junho o álbum, acho aé que antes da Coap começar. Já eu…

Passei por uma maratona. Não consegui completar antes do início do Mundial, como havia traçado de objetivo. Pior, não consegui terminar antes do Mundial ACABAR! E não foi por falta de vontade. Faltou tempo, sim, mas sempre que abria uma brecha eu tentava dar um jeito de achar as faltantes. A faltante.

Trochowski. Esse é o nome que sempre terei na minha memória como a última figurinha do álbum.

Foi um sufoco. Como entrei em férias na faculdade, que era o local no qual mais realizava trocas, comecei a entrar em contato com meus amigos de lá e de fora. Ninguém tinha o elemento para troca (e outros, nesse época ainda faltavam mais alguns). Pensei em ir a um encontro de colecionadores, como já havia feito antes – veja aqui – e arranjar lá a faltante. Porém, os encontros da Praça eram geralmente bem no horário do jogo das 15h30. JAMAIS ia perder um jogo de Copa para ir lá.

Aí, do nada, um dia minha tia foi à minha casa de Santos, em um fim de semana que passei por lá, e contou que bem na frente do meu prédio estava um cara trocando figurinhas. No caso, como a rua tem feira livre aos domingos, um feirante montou com o filho ou sei lá o parentesco da criança um caixote com cromos. Desci na hora, aliás lembro bem, exatamente no intervalo de Sérvia e Gana. Arranjei várias das que faltavam pelo ROUBO de 3 por 1. Mas já era para acabar mesmo, aceitei. Ainda ajudei outros que passavm por lá tentando figurinhas, mas sou HONESTO, fiz 1 por 1.

No fim de semana seguinte voltei lá e consegui mais umas 3. Menos uma. Trochowski. Desisti da feira. Passaram-se algumas semanas, eu caçanado desesperado e nada do alemão. Finalmente, depois de praticamente esquecer que o álbum estava incompleto, apareceu um companheiro da FAOT, uma comunidade do orkut fantástica, mas que como vocês devem ter preconceito com pessoas de internet nem me darei ao trabalho de explciar sobre o CONGLOMERADO FA.

Pois bem, o Leonardo Rossato, @leorossatto no Twitter, ofereceu uma troca pelo Trochowski. Depois de quase um mês tentando acertar um dia para nos encontrarmos, conseguimos no dia 23 de julho. Sim, finalmente completei meu álbum.

A tabelinha da Copa já estava completa.

Seleção da Copa do Mundo 2010

15/07/2010

A Copa do Mundo acabou. Meu sentimento de vazio é gigantesco, porque a cada 4 anos eu consigo esquecer do futebol local e foco em 32 seleções se matando para ser a melhor do mundo. Por mais que o Uruguai merecesse, a Espanha acabou setornando a maior seleção do mundo no momento, mesmo sendo a campeã com o menor número de gols marcados na história.

Para (QUASE) encerrar – pelo menos por enquanto, depois deve bater outra ideia aqui na cabeça – a cobertura da Copa por minha parte, coloco aqui minha seleção do mundial. Coloquei aquele QUASE ali em cima porque devemos dar alguns “prêmios” por aqui ainda. Assunto não falta. Sem mais, aqui meu onze ideal:

1. Enyeama – O goleiro nigeriano pode ter falhado na derrota para a Grécia – GRÉCIA VENCEU UM JOGO!!! – entregando a bola no pé do Torosidis. Mas isso não apaga a brilahnte atuação contra a Argentina – Messi deve sonhar com ele até hoje e culpá-lo por não ter feito gol na Copa – e também contra a Coreia. Contra a Grécia mesmo ele estava muito bem antes da falha, tanto que foi eleito o melhor em campo. Menção honrosa a Valladares, hondurenho autor da defesa mais bonita da Copa e que jogou muito contra a Suíça e também a Benaglio, que por pouco não entra com o o melhor da Copa.

4. Lahm – Não fez uma Copa tecnicamente brilhante. Mas taticamente foi ótimo e nenhum outro lateral direito fez um Copa digna. Então vai ele mesmo, o capitão alemão e que deixa claro que não quer o Ballack de volta. Nem ele, nem ninguém, acho. E eu sei que ele está no álbum, mas por enquanto fica a foto do site da FIFA porque meu scanner está com problemas, vocês entendem.

2. Túlio Tanaka – Ídolo. Brincando, o melhor zagueiro da Copa. E não é piada, eu aceitava ele no meu time AGORA. Acabou com todos os ataques que o Japão enfrentou, inclusive a Holanda, finalista. Tanaka foi o responsável. E digo mais, entrava fácil na seleção brasileira.

6. Alcaraz. O paraguaio não é lá um craque. Friedrich fez um brilhante Copa e poderia entrar. Nelsen, o mito neozelandês e que saiu invicto da Copa – e chorava no hino! – merecia também. Mas sei lá, simpatizei com Alcaraz desde seu gol contra a Itáliae entendo que ele simboliza o perfeito esquema tático montado por Gerardo Martino na partida contra a Espanha. Sim, eu ainda não engulo a derrota dos conterrâneos de Larissa Riquelme.

3. Salcido. O lateral MEJICANO arrebentou. De verdade, vocês podem não ter notado, mas ele era a melhor opção de ataque do México durante toda a Copa. Não vi um ala canhoto jogar melhor que ele. Sempore se destacou, joga no PSV, não é um perdido no mundo e provou seu valor.

5. Diego Pérez – Sintetiza a raça uruguaia, sim, mas também mosta que a Celeste não bateu no Mundial. Não entendeu? Pois bem, o Uruguai fez poucas faltas, saiu daquele lugar comum que diz que eles sempre apelam para a porrada, mas não deixou de se doar em campo – foi a seleção que viu mais jogadores darem seu máximo durante o Mundial. Diego Pérez se mostou um grandíssimo volante. O Mônaco tem sorte de tê-lo em seu elenco, isso, claro, se ele sempre joga assim. Assumo que jogos do Mônaco eu não perco muito tempo assistindo. Arévalo, seu companherio de volância, jogou muita bola também. Gostaria de ter no meu time, mas o Cagliari foi mais rápido e já o comprou do Peñarol.

8. Schweinsteiger – Poderia ter sido o melhor jogador da Copa. Se fosse campeão, certamente seria – claro, se não existisse um uruguaio que falarei mais para a frente. Se mostrou completo, defende e ataca com impressionante qualidade. Não preciso prolongar muito pois todos sabemos o quanto ele jogou na Copa.

7. Özil – Melhor meia armador do Mundial. Alguns vão falar que ele dorme em campo – e dorme mesmo. Que é lento – e é mesmo. Mas é, para mim, o Ganso alemão. Ganso joga mais que ele, eu acho, mas o tipo é igual: pega a bola já com a jogada pensada e executa com passes finos, precisos, de qualidade indiscutível. Por mostrar o futebol mais bonito da Copa, Özil entra aqui.

11. Müller – Melhor jogador jovem da Copa e ponto. Artilheiro, deu trocentas assistências e é a grande promessa do mundo no momento junto com Özil. A Alemanha é grande e em 2014 – odeio prever futuro – vai chegar Às semifinais pela duzentésima vez seguida. E Müller será craque. Ou não.

9.  Luisito Suárez. Aqui, eu poderia colocar Robben. Sneijder. David Villa. Gyan. Mas não há como. Suárez jogou bem na Copa. É fominha, perdeu chances inacreditáveis… Mas ele poderia ser o SAMARAS URUGUAIO – ok, nem tanto – que ele estarias aqui de qualquer forma. Porque me fez chorar ao protagonizar A cena do mundial. A mão de deus verdadeira está eternizada. Suárez virou herói.

10. Forlán. O cara. O melhor da Copa. E quem discorda é burro. E até a FIFA supreendeu e não deu para um campeão, para um com mais fama… Deu para quem merece a Bola de Ouro. Pega uma seleção meia boca, uma seleção que sofreu contra a COSTA RICA para chegar à Copa e faz ela ser o grande destaque. Amigo, isso quem fez foi Diego Forlán. Jogou seu máximo, fez quatrocentos gols de fora da área, armou o time, pegou a faixa quando precisou, defendeu, só não catou no gol porque aí o cargo era de Suárez. Merece muito.

Técnico – Gerardo Martino. Veja, Tabarez, do Uruguai, merecia, só pela genialidade em colocar Forlán no meio de ENGANCHE. Mas eu coloco aqui Gerardo Martino, só pela ousadia de trocar SEIS titulares para o jogo mais importante da história do Paraguai e, com isso, jogar de igual para igual com a Espanha e quase vencer a campeã mundial. Fez com que todos seus jogadores – menos Roque Santa Cruz que é um morto até com a mãe na forca – corressem como se a vida dependesse disso e, se Cardozo COMETE O CRIME, estariam nas semifinais. Coragem, um técnico deve ter. Martino teve e entra aqui.

É isso, todo mundo vai discordar mas… E daí? Me xinguem nos comentários! Brincadeira. E só para explicar, a numeração é no estilo da que o Santos usa, com os laterais com a 3/4 e tal. Abraços!

Uruguai 1 (4) x (2) 1 Gana – Épico

06/07/2010

O comum aqui é falar de álbum de figurinhas, e durante a Copa criamos nossa cobertura diferente. Se é boa ou não, vocês julgam. Esperamos que gostem, claro. Mas, agora, quero escrever sobre algo diferente. E como, com todo respeito, o blog é meu, vou escrever. Se o Danilo não gostar, ele reclama comigo depois.

Dizem que o futebol é inútil. Eu mesmo não vejo muita utilidade. E mesmo assim sou doente mental por ele. Gasto dinheiro que não tenho, assumo, para acompanhar meu time. É um erro. Mas tenho 20 anos, moro fora de casa e, mesmo dependendo em várias coisas ainda de meus pais, já tenho certa independência, por sorte. Então gasto com o que gosto. E amo meu time. Amo futebol.

Só um time me havia feito chorar por futebol até o dia 2 de junho de 2010. Lógico, o Santos. Aqui, evitamos citar o time que torcemos, não é algo, digamos, muito jornalístico. Mas nesse texto não vejo problema. Porque, agora, Uruguai e Gana mudaram isso. Ao fim do jogo, após a comemoração dos celestes, senti lágrimas em meus olhos. Porque quem ama futebol se emocionou com a peleja, já histórica.

Antes daquela quarta de final, no mesmo dia, o Brasil havia sido eliminado pela Holanda. Eu não torço para o Brasil, como já falei outras vezes por aqui. Futebolpara mim é torcer para meu time e, entre seleções, torcer para a história. Então, quando a Nova Zelândia sai eliminada invicta de uma Copa, é muito mais legal do que o Brasil com esse time ridículo indo longe.

Uruguai e Gana é um jogo no qual não tem como torcer para uma ou outra. Gana poderia ser a primeira africana em uma semifinal. Isso é motivo para torcer para eles, sim, mas isso faria com que Senegal, para quem tanto torci em 2002 e sei a escalação de cabeça até hoje, não fosse mais a dona da melhor campanha do continente – junto com Camarões-90. Uruguai, pelo motivo da história. Bi-mundial, depois se apequenando, e do nada 23 caras fazendo um país menor que a capital do meu Estado enlouquecer de alegria. Mas eles já foram campeões, é sempre mais legal um inédito. Decidi não torcer. Apenas vibrar e assistir a história sendo feita.

Hino já é algo que me faz ficar emocionado. O uruguaio é espetacular, gosto muito. Já me faz entrar ligado no jogo. Mas o mesmo começou morno, sem grandes emoções. Foi crescendo com o passar dos minutos. Quando Lugano se machucou, muitos enxergaram o desastre celeste. Eu enxerguei a possibilidade da história começar a ser feita. O capitão sair cedo assim? Algo devia acontecer. Forlán pegou a faixa. Líder. Craque do time. Mas Muntari abriu o placar graças às curvas da Jabulani.

Aí Forlán foi lá e deu um chute tão venenoso que Kingson ainda não sabe por onde passou. E, a partir daí, virou um ataque para lá ataque para lá maluco que já transformava o jogo em Top 3 do Mundial.

Foi quando aconteceu o momento que fez Uruguai e Gana ser o Top 1 do Mundial. Talvez, dos mundiais desde 1990, 94, sabe-se lá. Suárez, um ótimo atacante que estava meio sumido, se tornou o maior goleiro da Copa. Me desculpem Enyeama e Benaglio, mas vocês, agora, são banco da seleção da Copa que faremos aqui ao fim do dia 11 de julho. Porque Suárez usou a mão por mais de 3 milhões de  pessoas que, de boca aberta e choro livre, assistiam àquele lance em Montevidéu, Canelones, Rivera e todas as outras pequenas cidades uruguaias. Incrédulo, chorando que nem criança, virou vilão. Mas foi o gesto mais honesto da Copa. Porque deu vida à um país inteiro. No mesmo momento, eu pensei que ele poderia ter feito história se Gyan perdesse o pênalti. Mas Gyan não faria isso.

Fez. E Suárez se tornou herói. Seu choro se tornou sorriso o mais rápido que já presenciei. A cena dele indo para o vestiário, parando para ver o pênalti e voltando para comemorar é a cena da Copa mesmo que na final alguém faça quinze gols de bicicleta e o jogo seja 15 x 14. Um país o amava a partir dali eternamente. E isso é o futebol. Berrei feito idiota na janela de minha casa. Meus vizinhos não devem ter entendido. “QUEM NÃO AMA FUTEBOL TEM QUE SE FODER”, como algum retardado grita isso numa tarde/noite de sexta? Nem eu sei, mas saiu da minha boca repentinamente. Eu amo futebol, e ali, mais uma vez, estava provado o porquê.

O Uruguai, ali, já era campeão. Obdulio Varela, Ghiggia e todos os heróis uruguaios de 30 e 50 já se davam por satisfeitos. Mas eles podiam mais. E foram para os pênaltis. E lá, antes de tudo, Gyan provou que é MACHO. Bater aquele pênalti é algo que não vejo outro jogador fazendo. E colocar no ângulo ainda? Nem Messi. Mas, para a tristeza de toda uma África, Mensah e Adiyiah também bateriam. Principalmente Mensah, que, quando vi que havia dado MEIO PASSO para trás da bola, sabia que ia perder. E eles enterraram o sonho africano. No meio dos pênaltis, um câmera focalizou uma torcedora de Gana chorando, com os olhos totalmente vermelhos. Quem viu, quase chorou junto, de tão forte e bela que é a cena.

Muslera virava herói. Rodolfo Rodríguez e Mazurkievicz se orgulharam. Mas faltava uma cobrança. Forlán, Maxi Pereira e outros conversaram abraçados que Abreu não seria maluco de bater um pênalti, o pênalti mais importante da história da celeste, de seu jeito característico.

Mas louco ele é. E bateu. E um país explodiu em felicidade.

Aposto que o Uruguai explodiu tanto como em 15 de dezembro de 2002, quando Elano empatou a final do campeonato brasileiro para o Santos. Naquele dia, quem estava em Santos pensou que o mundo tinha acabado, tamanho foi o barulho.

Montevidéu devia estar igual. E, se naquele dia eu chorei, era meio óbvio que choraria nesta sexta passada também.

Até o final da Copa, e este final pode ser hoje, sou Uruguai. Porque torço por histórias. E essa é, inegavelmente, a mais bela da Copa de 2010.

Da série “Merece um post próprio”: Chile 74

07/06/2010

E por que raios uma seleção que caiu na 1° fase, só fez um gol  – Sergio Ahumada, não ganhou nem da Austrália e não tinha jogador famoso merece um post próprio?

Porque o Chile de 1974 possui as PIORES MONTAGENS DA HISTÓRIA DA COPA DO MUNDO. Mas assim, fácil! Lembram do Top 5 que criamos com as figurinhas mais bizarras da história dos álbuns? Então, o Chile de 1974 estava lá. Podíamos colocar alguns deles, mas escolhemos apenas um. Calma, já já eu relembro. Se bem que você já deve ter clicado no link. NÃO LÊ, ESPERA AÍ! Ou não.

É comum a Panini apelar para montagens. Sei lá se ela não consegue chamar todos os jogadores para bater uma fotinho no meio de um treino, ou se é por preguiça que ela prefere pegar uma foto do cara aleatoriamente e colar em uma camisa de sua seleção. Há muita coisa NOJENTA, eu diria, por aí, mas vamos focar no Chile.

Observem LEONARDO VÉLIZ, o terceiro homem da esquerda para a direita na fila mais baixa. Amizade, eu apostaria que, se a Panini falasse que não é montagem, o Seo Véliz tem A CABEÇA ATROFIADA. Além de um vasto bigodón, óbvio. Antonio Arias tem a cabea AMASSADA verticalmente. E ali do lado do Véliz, aliás, tá o Ahumada, o cara que fez gol na Copa. Deve ser ídolo lá. Ou ninguém lembra dele, eu só lembro de Zamorano e Salas. Ou, claro, do ídolo MALDONADO.

Agora, o MITO.

Parece m cara normal – e deve ser mesmo. Mas a proporção de sua JACA em relação a seu corpo é de matar. Incluímos o menino no Top 5 porque… Porque… PÔ, É DESPROPORCIONAL. Tudo bem, não existia Photoshop na época. Mas dava para fazer coia melhor. CADÊ O PESCOÇO? O legal é que a camisa nem tem uma gola definida, a cabeça do Seo Herrera ultrapassa qualquer limite de decencia e normalidade.

Chile 74!

CHI CHI CHI!

LE LE LE!

VIVA CHILE!

Para quem não sabe, eles cantam isso. E eu acho legal para caramba.